Nossos Serviços

Escolha a forma de implantação que faz sentido para o momento da sua empresa

Base Essencial

Para empresas que querem
começar pelo essencial,
construindo a base
necessária para organizar
a Gestão de Pessoas e
evoluir aos poucos

Inclui:
Diagnóstico Organizacional • Identidade Organizacional • Descrição de Cargos • Mapeamento de Competências • Avaliação de Desempenho

Evolução Gradual

kcfconsultoria

Depois da Base Essencial,
novos subsistemas são
incorporados conforme as
prioridades e o momento
do negócio

Você pode evoluir com:
Padronização de R&S • Perfil Comportamental • Padronização de T&D  • Plano de Cargos e Salários • Indicadores de RH • Pesquisa de Clima    • Entre outros

Implantação Completa da Estrutura

Para empresas que querem
implantar toda a
metodologia, com as
etapas planejadas desde o
início e desenvolvidas ao
longo de um único projeto,
sem contratar cada novo
subsistema separadamente

O projeto contempla todos os subsistemas de Gestão de Pessoas:

 

Diagnóstico Organizacional Identidade Organizacional Descrição de Cargos  Mapeamento de Competências Padronização de R&S • Padronização de T&D • Avaliação de Perfil Comportamental Avaliação de Desempenho por Competências Plano de Cargos e Salários por Competências Políticas de RH • Indicadores de RH • Pesquisa de Clima Organizacional

A base do nosso trabalho é a
Gestão de Pessoas por Competências

É ela que conecta os diferentes processos a uma mesma lógica

A estrutura que a empresa ganha:

Clareza organizacional

Nem sempre aquilo que parece ser o problema é sua verdadeira causa.

 

O Diagnóstico Organizacional mostra o que está funcionando, o que está travando os resultados e onde a empresa precisa agir primeiro, evitando decisões baseadas apenas em percepção.

 

O que avaliamos:

  • Propósito — se as pessoas entendem para onde a empresa está indo e o que se espera delas;
  • Estrutura — se funções, responsabilidades e relações entre áreas estão bem organizadas;
  • Relacionamentos — se a comunicação e a relação entre as pessoas ajudam ou atrapalham o trabalho;
  • Recompensas — se reconhecimento e incentivos estimulam os comportamentos e resultados esperados;
  • Liderança — se os líderes conseguem direcionar, acompanhar e desenvolver suas equipes;
  • Mecanismos de apoio — se processos, ferramentas e informações dão suporte para o trabalho acontecer;
  • Responsabilidade — se as pessoas reconhecem a própria contribuição para os resultados e assumem responsabilidade pelo que também depende delas.

 

Sua empresa recebe:

  • Uma visão clara de como a empresa funciona hoje;
  • A identificação dos principais pontos fortes e gargalos;
  • A priorização do que precisa ser resolvido primeiro;
  • Um direcionamento claro sobre onde agir e quais projetos implantar.

Toda empresa tem uma cultura, mesmo quando nunca parou para defini-la.

 

Sem uma direção clara, cada líder passa a decidir, cobrar e conduzir sua equipe a partir da própria visão sobre o que a empresa valoriza e espera.

 

A Identidade Organizacional transforma aquilo que a empresa acredita e pretende construir em uma direção comum, criando referências claras para tomar decisões, orientar comportamentos e construir a cultura que o negócio precisa para crescer.

 

O projeto contempla:

  • Identidade atual — entender o que já caracteriza a empresa hoje;
  • Propósito — definir por que a empresa existe e qual impacto busca gerar;
  • Missão — deixar claro o que a empresa faz e para quem;
  • Visão — definir onde a empresa quer chegar;
  • Valores — estabelecer os princípios e comportamentos que devem orientar as pessoas;
  • Validação com a liderança — garantir alinhamento sobre a direção definida;
  • Plano de implantação — transformar a identidade em algo vivido no dia a dia, e não apenas escrito na parede ou em um site.

 

Sua empresa recebe:

  • Uma identidade clara e alinhada à estratégia do negócio;
  • Propósito, missão, visão e valores definidos;
  • Uma referência comum para orientar decisões e comportamentos;
  • Uma base para contratar, desenvolver, avaliar e reconhecer pessoas de forma coerente com a cultura;
  • Um plano para levar essa identidade para o dia a dia da empresa.

Quando não está claro quem faz o quê, surgem atividades duplicadas, tarefas que ficam sem dono, cobranças desalinhadas e uma dependência cada vez maior das pessoas que “sabem como tudo funciona”.

 

A Descrição de Cargos organiza o que cada posição existe para entregar, quais são suas responsabilidades e o que é necessário para ocupá-la, criando clareza para quem executa, para quem lidera e para a empresa crescer de forma mais organizada.

 

O projeto contempla:

  • Missão do cargo — por que aquela posição existe na empresa;
  • Responsabilidades — pelo que cada cargo deve responder;
  • Atividades — o que precisa ser realizado para cumprir essas responsabilidades;
  • Entregas esperadas — quais resultados são esperados daquela posição;
  • Requisitos — conhecimentos e experiências necessários para exercer o cargo;
  • Competências — características técnicas, comportamentais e organizacionais necessárias;
  • Validação com a liderança — alinhamento das descrições ao que a empresa realmente precisa;
  • Formalização — definição das descrições como referência oficial da empresa.

 

Sua empresa recebe:

  • Cargos estruturados e padronizados;
  • Clareza sobre quem é responsável pelo quê e o que se espera de cada posição;
  • Mais segurança para delegar, acompanhar e cobrar resultados;
  • Uma base para contratar, integrar, desenvolver, avaliar e remunerar pessoas com critérios;
  • Menos dependência do conhecimento que hoje está concentrado em pessoas específicas.

Entenda onde sua empresa está, defina para onde vai e organize o caminho

Alguns dos materiais desenvolvidos durante a implantação:

Decisão e Desenvolvimento

Quando não existem critérios definidos sobre o que a empresa espera das pessoas, cada líder cria sua própria régua para contratar, avaliar, desenvolver, reconhecer ou desligar.

 

O Mapeamento de Competências transforma o que a empresa precisa de cada cargo em critérios objetivos e observáveis, criando uma referência comum para tomar decisões sobre pessoas com menos subjetividade e mais consistência.

 

O que estruturamos:

  • Competências organizacionais — o que todos precisam demonstrar para fortalecer a cultura e a estratégia da empresa;
  • Competências técnicas — conhecimentos e habilidades necessários para cada cargo;
  • Competências comportamentais — comportamentos esperados para um bom desempenho;
  • Graus de exigência — o nível esperado de cada competência em cada cargo;
  • Indicadores — comportamentos e resultados que permitem observar as competências na prática.

 

Sua empresa recebe:

  • Um modelo de competências construído para a realidade do negócio;
  • Critérios objetivos sobre o que se espera das pessoas em cada cargo;
  • Uma régua comum para orientar líderes e reduzir avaliações baseadas em opinião;
  • Uma base para contratar, desenvolver, avaliar e promover pessoas com mais consistência.

Experiência e conhecimento técnico contam apenas parte da história.

 

Pessoas igualmente qualificadas podem se comunicar, reagir a desafios, tomar decisões e trabalhar em equipe de formas completamente diferentes.

 

Por meio do DISC, identificamos tendências comportamentais que ajudam a empresa a conhecer melhor suas pessoas e tomar decisões mais conscientes sobre seleção, desenvolvimento, liderança e formação de equipes.

 

O que avaliamos:

  • Perfil predominante — principais tendências de comportamento;
  • Comunicação — como a pessoa tende a se comunicar e interagir;
  • Tomada de decisão — como costuma agir diante de escolhas e desafios;
  • Motivadores — fatores que tendem a estimular seu comportamento;
  • Forma de atuação — como tende a trabalhar e responder a diferentes contextos;
  • Aderência à função — como suas características se relacionam com as demandas comportamentais do cargo.

 

Sua empresa recebe:

  • Relatório de perfil comportamental DISC;
  • Interpretação técnica dos resultados;
  • Análise do perfil considerando a função e o contexto da empresa;
  • Orientações práticas para apoiar a gestão e o desenvolvimento da pessoa avaliada.

Sem critérios definidos, desempenho vira opinião.

 

Cada gestor cria sua própria régua, bons profissionais podem não ser reconhecidos e problemas de desempenho podem se prolongar sem um direcionamento claro.

 

A Avaliação de Desempenho por Competências cria uma forma estruturada de acompanhar as entregas e os comportamentos esperados de cada função, tornando feedbacks mais objetivos e decisões sobre desenvolvimento, reconhecimento e crescimento mais consistentes.

 

O que estruturamos:

  • Critérios de avaliação — o que será considerado para avaliar cada função;
  • Modelo de avaliação — como o desempenho será acompanhado e registrado;
  • Escalas e parâmetros — referências para diferenciar os níveis de desempenho;
  • Feedback — processo para transformar a avaliação em uma conversa objetiva sobre desempenho;
  • Plano de Desenvolvimento de Competências (PDC) — ações direcionadas aos pontos que precisam evoluir.

 

Sua empresa recebe:

  • Um processo de avaliação padronizado;
  • Uma régua comum para todos os gestores;
  • Uma visão mais objetiva de quem está entregando e onde existem gaps;
  • Feedbacks baseados em critérios e evidências, não apenas em percepção;
  • Planos de desenvolvimento direcionados às necessidades de cada profissional;
  • Informações para apoiar decisões sobre desenvolvimento, reconhecimento e crescimento interno.

Decisões menos subjetivas, desenvolvimento mais direcionado

Alguns dos materiais desenvolvidos durante a implantação:

Sustentação do crescimento

Uma contratação errada custa mais do que reabrir uma vaga: consome tempo da liderança, sobrecarrega a equipe e faz a empresa recomeçar todo o processo.

 

Sem critérios e etapas definidos, cada nova contratação corre o risco de ser conduzida de um jeito diferente.

 

A Padronização de Recrutamento e Seleção estrutura o processo, os critérios e as ferramentas para que a própria empresa conduza suas contratações com mais segurança e consistência, reduzindo decisões baseadas apenas em percepção ou urgência.

 

O que estruturamos:

  • Planejamento da vaga — como definir o que buscar antes de iniciar uma contratação;
  • Critérios de seleção — o que avaliar técnica e comportamentalmente;
  • Recrutamento — canais e estratégias para divulgação das vagas;
  • Triagem e entrevistas — critérios, roteiros e ferramentas para avaliar candidatos;
  • Parecer técnico — modelo para organizar as evidências e apoiar a decisão;
  • Fluxo de contratação — etapas, responsáveis e participação de RH e gestores.

 

Sua empresa recebe:

  • Um processo de Recrutamento e Seleção padronizado;
  • Critérios definidos para avaliar e comparar candidatos;
  • Roteiros, formulários e ferramentas para conduzir cada etapa;
  • Papéis e responsabilidades definidos entre RH e gestores;
  • Uma estrutura que permite conduzir futuras contratações com mais autonomia, consistência e menos improviso.

Treinar pessoas sem saber exatamente o que precisa ser desenvolvido pode consumir tempo e dinheiro sem resolver os problemas de desempenho da empresa.

 

Sem um processo definido, treinamentos acontecem de forma pontual e seus resultados dificilmente são acompanhados.

 

A Padronização de Treinamento e Desenvolvimento cria o processo, os critérios e as ferramentas para que a própria empresa identifique necessidades, planeje ações de desenvolvimento e acompanhe seus resultados, tornando o investimento em capacitação mais direcionado.

 

O que estruturamos:

  • Levantamento de necessidades — como identificar o que realmente precisa ser desenvolvido;
  • Planejamento de T&D — como definir prioridades e organizar as ações ao longo do ano;
  • Onboarding — processo para integrar novos profissionais;
  • Treinamento funcional — estrutura para transmitir os conhecimentos necessários a cada cargo;
  • Desenvolvimento de lideranças — processo para identificar e organizar as necessidades de desenvolvimento dos líderes;
  • Fluxo de T&D — etapas, responsáveis e registros para condução das ações;
  • Avaliação de eficácia — como verificar se o desenvolvimento gerou o resultado esperado.

 

Sua empresa recebe:

  • Um processo de Treinamento e Desenvolvimento padronizado;
  • Critérios para identificar e priorizar necessidades de desenvolvimento;
  • Estruturas para onboarding, treinamento funcional e desenvolvimento de lideranças;
  • Modelos, documentos e ferramentas para conduzir o processo;
  • Uma forma de acompanhar se o investimento em desenvolvimento está gerando resultado.

Quando salários e promoções são decididos caso a caso, quem negocia melhor pode ganhar mais, aumentos ficam difíceis de justificar e a empresa perde o controle sobre sua estrutura salarial à medida que cresce.

 

O Plano de Cargos e Salários cria critérios para definir quanto cada cargo vale, como os salários podem evoluir e o que é necessário para uma promoção, dando mais segurança para tomar decisões sem depender de negociações individuais.

 

O que estruturamos:

  • Avaliação dos cargos — organização dos cargos de acordo com suas responsabilidades e importância para a empresa;
  • Níveis e faixas salariais — definição de referências de remuneração para cada cargo e nível;
  • Pesquisa salarial — comparação dos salários com o mercado;
  • Política salarial — regras para administrar salários e movimentações;
  • Progressões e promoções — critérios para definir quando e como uma pessoa pode evoluir;
  • Implantação e manutenção — como colocar o plano em prática e mantê-lo atualizado.

 

Sua empresa recebe:

  • Um Plano de Cargos e Salários adequado à realidade do negócio;
  • Referências para saber quanto pagar em cada cargo e nível;
  • Critérios para aumentos, progressões e promoções;
  • Faixas salariais alinhadas à estratégia da empresa e ao mercado;
  • Mais controle sobre as decisões salariais à medida que a empresa cresce;
  • Um processo para manter a estrutura atualizada ao longo do tempo.

Estrutura para crescer sem depender do improviso

Alguns dos materiais desenvolvidos durante a implantação:​

Controle e Previsibilidade

Se a empresa não acompanha os números certos, muitos problemas só aparecem quando já viraram custo, queda de desempenho ou perda de pessoas.

Os Indicadores de RH criam uma forma simples e estruturada de acompanhar o que está acontecendo com as pessoas e os processos da empresa, ajudando a identificar tendências, comparar resultados e tomar decisões antes que os problemas cresçam.

O que estruturamos:

  • Indicadores prioritários — quais números realmente fazem sentido acompanhar;
  • Coleta de dados — como reunir as informações de forma padronizada;
  • Indicadores de pessoas e processos — atração, retenção, desempenho, desenvolvimento e custos;
  • Relatórios e painéis — como transformar números em informação útil para a gestão;
  • Rotina de acompanhamento — quando analisar, comparar e agir sobre os resultados.

Sua empresa recebe:

  • Um conjunto de indicadores alinhado aos objetivos do negócio;
  • Critérios para acompanhar a evolução da Gestão de Pessoas;
  • Relatórios e painéis que facilitam a leitura dos resultados;
  • Uma rotina estruturada para analisar os dados e identificar desvios;
  • Mais segurança para decidir com base no que está acontecendo de fato, e não apenas no que parece estar acontecendo.

Quando as regras não estão definidas, situações semelhantes podem receber tratamentos diferentes, decisões ficam concentradas na interpretação de cada gestor e exceções começam a virar precedentes.

As Políticas de RH estabelecem como a empresa deve agir nas principais situações relacionadas às pessoas, criando regras e critérios comuns para que líderes saibam como conduzir cada processo e as pessoas saibam o que esperar da empresa.

O que estruturamos:

  • Código de Ética e Conduta — princípios, comportamentos esperados e limites nas relações de trabalho;
  • Recrutamento e Seleção — regras que orientam as contratações;
  • Admissão e Integração — diretrizes para entrada e integração de novas pessoas;
  • Treinamento e Desenvolvimento — critérios para participação e investimento em desenvolvimento;
  • Avaliação de Desempenho — regras para condução e utilização das avaliações;
  • Promoção e Movimentação Interna — critérios para mudanças de cargo e crescimento profissional;
  • Desligamento — diretrizes para conduzir o encerramento da relação de trabalho.

Sua empresa recebe:

  • Políticas adaptadas à realidade e às necessidades do negócio;
  • Regras e critérios para orientar situações recorrentes;
  • Uma referência comum para líderes tomarem decisões mais consistentes;
  • Mais transparência sobre o que a empresa permite, espera e pratica;
  • Menos decisões improvisadas e mais previsibilidade na Gestão de Pessoas.

Nem todo problema aparece em uma reunião ou chega até a liderança. Muitas vezes, os primeiros sinais estão na queda de engajamento, nos conflitos, nas falhas de comunicação ou na saída de pessoas.

A Pesquisa de Clima cria uma escuta estruturada para entender como as pessoas percebem a empresa, o que está funcionando e o que precisa de atenção, transformando essas informações em prioridades e ações de melhoria.

O que avaliamos:

As dimensões são definidas de acordo com a realidade da empresa e podem incluir:

  • Liderança — como as pessoas percebem a atuação de seus líderes;
  • Comunicação — se as informações chegam de forma clara e adequada;
  • Relacionamento — como está a relação entre pessoas e equipes;
  • Reconhecimento — se as pessoas se sentem valorizadas pelas suas contribuições;
  • Desenvolvimento — como percebem suas oportunidades de aprendizado e crescimento;
  • Condições de trabalho — se possuem estrutura e organização adequadas para trabalhar;
  • Remuneração e benefícios — como percebem o que a empresa oferece;
  • Engajamento e satisfação — como está a relação das pessoas com o trabalho e a empresa;
  • Cultura e ambiente — como percebem a forma de trabalhar e conviver na organização.

Sua empresa recebe:

  • Uma visão estruturada de como as pessoas percebem a empresa;
  • Os principais pontos fortes, riscos e oportunidades de melhoria;
  • A identificação dos fatores que mais impactam o clima;
  • A priorização do que precisa de atenção primeiro;
  • Um relatório executivo com análise e recomendações;
  • Um plano de ação com responsáveis, prazos e formas de acompanhamento;
  • Direcionamento para comunicar os resultados às equipes.

Antecipar problemas e agir antes que eles cresçam

Alguns dos materiais desenvolvidos durante a implantação:​​

Sua empresa não precisa estruturar a Gestão de Pessoas sozinha

A KCF ajuda a transformar desafios de pessoas em processos, critérios e decisões que façam sentido para o seu negócio

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